segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Foi aí que te conheci...

Foi aí que te conheci...
É coisa do destino mesmo, né?
Duas vezes que frequentei o mesmo lugar encontrei você lá...
Confesso que o seu jeito não é meu preferido, mas me encantou na primeira vez que eu vi. De repente você veio, me chamou para dançar e eu aceitei, mesmo tendo um jeito meio desengonçado para esse tipo de dança.
Muito bem, você sabia o meu nome e eu não sabia o seu.
A dança com você acabou, mas com a minha sombra e meus amigos continuaram durante muito tempo e foi maravilhoso.
Até esqueci que você existia, olha que milagre. Eu esquecer fácil assim. Realmente não estava me conhecendo.
Mas ai, em uma outra noite pensando que ia ser uma das piores da minha vida, fui pra lá e te encontrei de novo. E você, me olhou e mais uma vez me tirou para dançar. Você uma fera na pista e eu rodando, rodando com medo de cair e escorregar, mas se seus braços fossem meu chão eu iria adorar.
Dessa vez, você perguntou meu nome de novo, não sabia se você lembrava de mim. Não me atrevi a perguntar isso, mas dessa vez eu sabia seu nome.
O nome mais lindo do mundo. Mas não, ele não podia ser seu. Ele estava guardado...
A noite acabou e você foi embora.
Mas eu continuei lá me divertindo como se nada tivesse acontecido. Fiquei lá aproveitando a noite que me restava. Uma ótima noite, por sinal.
Agora só me resta esperar pela próxima e quem sabe o outro passo dessa vez aconteça.
Mas não, não vou te esperar nem te procurar.
E também não vou te esperar, baby.
Mas se você bater em minha porta de novo, prometo meu bem, que no seu pé não vou pisar.