Como dizia Lulu Santos e Cidade Negra: Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite.
E esperamos mesmo... esperamos no carro, no posto e rodamos a cidade inteirinhaaaa!!!
Tudo bem que estamos aqui e o que vale mesmo é reunr os amigos e se divertir não importando o lugar. Mas poxa, td tem um limite.
A gente se arruma, passa perfume, veste a roupa mais apresentável e vamos pra balada. Só que quando chegamos lá a gente percebe de cara que a balada na verdade era uma furada. Naquela noite, até quem toma banho fazia uma p... de uma diferença.
Enfim, já que pagamos pela festa Open bar, ou como diz meu amigo, "Bar aberto", não podia sair de lá sem consumir nada se quer. Entramos, olhamos o recinto e fomos pro bar consumir um copo de cerveja. Pronto, já é o suficiente: "Galera, vamos embora? Vamos! Demorô então!"
No fim que na verdade era o começo da noite, parecia q td dava errado: perdidas no estacionamentos, loucas varridas bebadas empacavam o caminho e interferências naturais quase entraram no carro (um bambuuu).
Tá bom, tá bom... a noite de sábado estava só começando. Agora era só rodar a cidade, encontrar um bar com uma fila razoável, sentar e conversar sobre aquela noite nd normal e muito aventureira.
Depois de quase 3h dentro do carro passeando pela cidade, cantarolando, revezando o lugar do meio no banco de trás e sendo quase td hora amassada pelas amigas do lado (ai isso me fez lembrar qdo eu era criança. Hum, momento nostalgia agora!) paramos numa balada sertaneja. Opa, até que estava chuchu beleza (hauahauahuahauha), se não fossem só os últimos 15 minutos da dupla sertaneja no recinto. Aaaahh não pôxa, já acabou???
Vamos emboraa!!
Fomos e minha parada foi no meu quarto, com meu Iphod cantando que nem um louca pra compensar a minha noite.
Mas apesar dos pesares o melhor de td e o que vale mesmo é a companhia.
Poxa, aonde quer q esteja, o que salva mesmo é a companhia, de verdade, foi o que salvoyu a nossa noite, diga-se de passagem um tanto divertida!
Bora pra mais um programa de índio!!!!
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